Monday, September 25, 2006

A culpa é dos hormônios

A TPM, também conhecida como uma mistura de desejo incontrolável de assassinar o próximo e compulsão ao choro convulsivo é um mal que ataca muitas mulheres. Pelo menos dizem. Será? Eu sempre achei que era mais uma dessas siglas da modernidade que denominam descoberta nenhuma mas que nomeiam algo que ocorre desde que o mundo é mundo e que foram criadas para vender remédios, revistas, manuais de auto-ajuda e a parafernália usual.
Achava, mas agora estou cá com as minhas dúvidas. Nada como ser solapada por ela para mudar de opinião. Explico. Tomei pílula por muitos e muitos anos e, portanto, tinha todos os meus hormônios sob controle medicamentoso. Ai que saudades. Parei a pílula e não é que comecei a sentir os tais sintomas descritos no início do post? E eles sempre coincidem com os dias que antecedem a menstruação? Hmmm.
O fato é que estou vivendo um desses períodos. E me perguntando se ela não é de verdade mesmo. Não que antes tivesse duvidado das outras mulheres sofredoras, apenas me parecia que tudo era chamado de tpm. O trânsito, o mau humor por falta de chocolate, biscoitos amanteigados e sexo.
Refletindo sobre o assunto, sendo ela verdadeira ou não em toda a sua potencial magnitude, o fato é que ela tende a ser uma excelente desculpa para não dar nomes a certos bois. Praticamente uma muleta social e eterna aliada como desculpa para qualquer destempero.
Foi grossa? Explodiu sem ter razão? Fale que está de TPM. Eu estou.

Thursday, September 21, 2006

Reeditado

Apresentei esse humilde blog para um amigo. O mesmo do jantar. E ele me deu uns toques para futuros posts e delineamento geral desse espaço. Segue como ele acha que o post anterior poderia ter mais a minha cara:
Confesso que tenho uma certa penchant para o humor ácido, o mau humor tácito, a língua ferina, o tédio viscoso. por isso estou curiosa pra ver O Diabo Veste Prada, que marquei de assistir com um amigo queridíssimo na sexta. E também tenho uma fantasia de ser bem ruim. Tento não ser. Mas, às vezes, sou. Ponto. Tambám adoro jantares. Por isso vai rolar um jantarzinho depois. Sou boazinha também. No bom sentido. Mas a questao é que a maldade é sedutora. Assisti ao trailer na web e adorei Meryl. Ruim de doer, falando muito suavemente e baixo. Porque quem tem poder e é ruim fala baixo. Não grita. Nunca. Gritar é para os sem poder que nunca encontram audiência para suas palavras. Depois conto o que achei do filme. E também tem Stanley Tucci. Grande ator. Tão grande que tendo a achar sua careca quase sexy. Ah, em tempo: Adoro Prada. Não me refiro àquelas bolsitchas pavorosas e falsifiquê de camelô, mas dos vestidos, dos óculos escuros. Adoro o diabo também, mas isso é outra história.

Wednesday, September 20, 2006

E o Diabo Veste?

Marquei de assistir O Diabo Veste Prada com um amigo queridíssimo na sexta. Depois vai rolar um jantarzinho. Estou supercuriosa. Adoro o diabo. Adoro Prada. Claro que não estou me referindo aquelas bolsitchas pavorosas e falsifiquê de camelô, mas dos vestidos, dos óculos escuros, enfim. E também tenho uma fantasia de ser bem ruim. Às vezes, sou. Tento não ser. Sou boazinha também. No bom sentido. Mas confesso que tenho uma certa penchant para o humor ácido, o mau humor tácito, a língua ferina, o tédio viscoso. Assisti ao trailer na web e adorei Meryl. Ruim de doer, falando muito suavemente e baixo. Porque quem tem poder e é ruim fala baixo. Não grita. Nunca grita. Gritar é para os sem poder que nunca encontram audiência para suas palavras. Depois conto o que achei do filme. E também tem Stanley Tucci. Grande ator. Tão grande que tendo a achar sua careca quase sexy.

Mulheres Bá

Adoro as mulheres, adoro minhas amigas, adoro o universo feminino, mas tudo isso junto ao mesmo tempo agora nunca dá muito certo. Principalmente no ambiente profissional. Porque a TPM tende a rolar solta. E o pior, junta. Tipo toda a mulherada começa a menstruar na mesma data. Pavor. Já os homens. Ah, os homens. Adoro. Em todos os sentidos. E sou muito mais uma alta dose descontrolada de testosterona do que o tititi característico de um bando de mulheres juntas. Se pudesse, só trabalhava com homens, e umas poucas pitadas de mulheres. Do tipo que não tem medo do seu lado masculino, objetivo, pão, pão, queijo, queijo. E nada de pão light e queijo branco. Pão de verdade. Queijo de verdade. Amarelo, comme il faut.