Adios Los 3 Furones
Os argentinos também têm fila. Filas de 9 quarteirões para entrar em estádios de futebol. E os argentinos também furam fila. Ou tentam. Mas não conseguem quando 2 brasileiras iradas gritam “Los 3 Furones!” “Fuera!” e o pessoal da organização do Quilmes Rock 2007 gentilmente os removem das imediações.
Pois é.
Nem eu acredito que fiz um bate volta com minha amiga para ver o show do Aerosmith em Buenos Aires no último final de semana. Tudo bem que quando compramos o pacote e os ingressos a lenda dizia que eles não viriam ao Brasil, mas até agora me espanto com a extravagância. Coisas que servirão de orgulho pros netos.
Deu pra sentir um cheiro de Buenos Aires, que visivelmente já viu tempos melhores (nunca vi tanto carro caindo aos pedaços por metro quadrado) e visivelmente é muito bonita, com ruas largas e arborizadas (ou extremamente estreitas). Uma cidade baixa, comme il faut.
Não, não comi carne boa em Buenos Aires. Nem de las vacas, nem de los chicos. Não demos suerte com nosso bife de chorizo e papas fritas. Estava frio e meio duro. Mas a vista em Puerto Madera era linda e um bife sempre fica mais mastigável quando o horizonte colabora. (o mesmo costuma acontecer com los chicos)
Voltando ao nome do festival, pra quem não sabe (eu não sabia), Quilmes é uma cerveja. Ruim, amarga, como todas as cervejas. Não adianta. Pra mim cerveja boa é cerveja na garrafa. (Com exceção da Stella, não sei bem porque).
O show foi emocionante, principalmente porque me deu uma nostalgia braba do show que vi em 1994 no Hollywood Rock. Ficava tendo flashbacks dos amigos, do estádio do Morumbi, de um tempo em que tudo era futuro e sonho. Tanto o Steven Tyler quanto eu estávamos em melhor forma. Na época eu era morena e sem maquiagem e ele morena também, com muita maquiagem. Hoje continuo morena, com um pouco de maquiagem e ele virou casaca, está loira, mas a maquiagem continua firme e forte. Sem falar do Botox. Dele, veja bem.
Pois é.
Nem eu acredito que fiz um bate volta com minha amiga para ver o show do Aerosmith em Buenos Aires no último final de semana. Tudo bem que quando compramos o pacote e os ingressos a lenda dizia que eles não viriam ao Brasil, mas até agora me espanto com a extravagância. Coisas que servirão de orgulho pros netos.
Deu pra sentir um cheiro de Buenos Aires, que visivelmente já viu tempos melhores (nunca vi tanto carro caindo aos pedaços por metro quadrado) e visivelmente é muito bonita, com ruas largas e arborizadas (ou extremamente estreitas). Uma cidade baixa, comme il faut.
Não, não comi carne boa em Buenos Aires. Nem de las vacas, nem de los chicos. Não demos suerte com nosso bife de chorizo e papas fritas. Estava frio e meio duro. Mas a vista em Puerto Madera era linda e um bife sempre fica mais mastigável quando o horizonte colabora. (o mesmo costuma acontecer com los chicos)
Voltando ao nome do festival, pra quem não sabe (eu não sabia), Quilmes é uma cerveja. Ruim, amarga, como todas as cervejas. Não adianta. Pra mim cerveja boa é cerveja na garrafa. (Com exceção da Stella, não sei bem porque).
O show foi emocionante, principalmente porque me deu uma nostalgia braba do show que vi em 1994 no Hollywood Rock. Ficava tendo flashbacks dos amigos, do estádio do Morumbi, de um tempo em que tudo era futuro e sonho. Tanto o Steven Tyler quanto eu estávamos em melhor forma. Na época eu era morena e sem maquiagem e ele morena também, com muita maquiagem. Hoje continuo morena, com um pouco de maquiagem e ele virou casaca, está loira, mas a maquiagem continua firme e forte. Sem falar do Botox. Dele, veja bem.

3 Comments:
uahahahaha
q post otimo
eu te disse, buenos e uma gra-ça
e aerosmith, bien, é aerosmith
ps agora sim dá pra comentar aqui / êêê
mas da próxima vez, será uma viagem mais luxo, sabe?
hahahahahaha!
tá demais esse post.
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